
Educação Especial no Brasil e no Mundo
Conforme informação de Kátia Barbosa, Pedagoga da Secretaria de Educação Especial do Ministério da Educação, no Brasil "Temos 98% dos 56 milhões de crianças em idade escolar já matriculados, e dos 2% que faltam, certamente encontraremos crianças com deficiência ", no entanto, a Educação Especial no Brasil cresceu 24,7% em 2002 para 46,4% em 2006, e conta com o Programa Educar na Diversidade (Seesp/MEC) que irá capacitar 33 mil Professores das Redes Públicas de Ensino. O objetivo é desenvolver escolas inclusivas e formar docentes. A exemplo no Reino Unido conforme a Diretora Executiva Lorraine Petersen da Associação Nacional de Educação Especial (NASEN), informou que 100% dos alunos com deficiência estão matriculados, sendo que 10% deles em escolas da rede privada. Desde 2001, todas as escolas tiveram que se adequar para receber os alunos com deficiência. Uma das medidas adotadas é ter sempre uma Professora auxiliar em cada classe que tenha esse aluno matriculado. Para quem acha, no entanto, que falta de dinheiro é privilégio brasileiro, Lorraine conta que na Inglaterra o financiamento para a educação não é totalmente liberado (nem bem utilizado) quando se fala em inclusão. Outro desafio do país é flexibilizar o currículo. "Nossa grade é muito acadêmica e fechada, e os testes só podem ser feitos dentro da sala de aula, da maneira convencional. Quem tem deficiência, no entanto, precisa de uma nova forma de fazer esses testes".
Conforme informação de Kátia Barbosa, Pedagoga da Secretaria de Educação Especial do Ministério da Educação, no Brasil "Temos 98% dos 56 milhões de crianças em idade escolar já matriculados, e dos 2% que faltam, certamente encontraremos crianças com deficiência ", no entanto, a Educação Especial no Brasil cresceu 24,7% em 2002 para 46,4% em 2006, e conta com o Programa Educar na Diversidade (Seesp/MEC) que irá capacitar 33 mil Professores das Redes Públicas de Ensino. O objetivo é desenvolver escolas inclusivas e formar docentes. A exemplo no Reino Unido conforme a Diretora Executiva Lorraine Petersen da Associação Nacional de Educação Especial (NASEN), informou que 100% dos alunos com deficiência estão matriculados, sendo que 10% deles em escolas da rede privada. Desde 2001, todas as escolas tiveram que se adequar para receber os alunos com deficiência. Uma das medidas adotadas é ter sempre uma Professora auxiliar em cada classe que tenha esse aluno matriculado. Para quem acha, no entanto, que falta de dinheiro é privilégio brasileiro, Lorraine conta que na Inglaterra o financiamento para a educação não é totalmente liberado (nem bem utilizado) quando se fala em inclusão. Outro desafio do país é flexibilizar o currículo. "Nossa grade é muito acadêmica e fechada, e os testes só podem ser feitos dentro da sala de aula, da maneira convencional. Quem tem deficiência, no entanto, precisa de uma nova forma de fazer esses testes".

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